Além das atividades culturais, como as oficinas de dança sênior, dança de salão, teatro e violão, o Esmuti oferece hidroginástica, tai chi chuan, ioga, aulas de alfabetização, curso de computação e atendimento social e psicológico. Cerca de 840 idosos frequentam o espaço, entre eles, a aposentada Esmeralda de Oliveira, de 80 anos. “Não fosse pelo Esmuti, eu já teria morrido. É um santo remédio. A gente encontra aqui, coisas que, às vezes, não achamos em casa, como amor e carinho”, disse.
Segundo a secretária adjunta do Idoso e coordenadora do Esmuti, Márcia Cid, o espaço funciona como um divisor de águas na vida dos idosos. Muitos chegam tristes e deprimidos, e é somente após integrá-los que é possível reverter o quadro. “O Esmuti acaba funcionando como um refúgio, onde os idosos buscam uma solução. Muitos apresentam quadros depressivos e aqui encontram pessoas com a mesma idade, com o mesmo problema. Uns apoiam os outros. Aqui eles voltam a viver”, explicou.
